Crescimento Normal do Bebê Amamentado: Meu bebê não é gordo

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Crescimento normal do bebê com leite materno: Eu tento acreditar que o meu bebê não é gordo o suficiente?

Por Ana Charf IBCLC

Os bebês alimentados com fórmula tem um risco maior de serem obesos.

Muito interessante quando surgiu o assunto, como nova mãe, e levando o meu bebê regularmente ao pediatra, e ele muitas vezes comentou que “meu bebê ganhou peso suficiente”, “este mês o ganho foi de 100 gramas”. Eu não conseguia imaginar como isso seria possível, já que eu estava amamentando o meu bebê sob Livre Demanda, molhando muitas fraldas e parecendo feliz. Não há maior angústia para uma mãe do que pensar que o seu leite não é suficiente para o seu bebê. Quem dera se os médicos estivessem cientes do sofrimento que causam á uma mãe quando duvidam da sua capacidade de produzir leite, sem muitas vezes fornecer ajuda para resolver as suas preocupações sobre a amamentação. Isso me levou a estudar o assunto em profundidade, e dar-me conta, na retrospectiva, que meus filhos estavam crescendo de uma forma ideal, só que estavam sendo comparados por parâmetros errados: gráficos de bebês que não estão sendo bem alimentados, que estão recebendo fórmula exclusiva ou parcialmente e/ou recebendo alimentos sólidos antes dos seis meses de idade, que está associado /ao risco de obesidade. A forma ideal de alimentação de lactantes e crianças pequenas é definida pela Organização Mundial de Saúde com segue:

A OMS recomenda que todas as mães amamentem em aleitamento exclusivo por seis meses, a fim de proporcionar aos seus filhos com saúde, um desenvolvimento e crescimento normal. Posteriormente, até dois anos e meio ou mais, as crianças devem continuar sendo amamentadas, sendo esta complementada com outros alimentos nutritivos.

Em sua seção de amamentação, a OMS diz:

A OMS pode afirmar com plena segurança de que a amamentação reduz a mortalidade infantil e tem muitos benefícios na idade adulta. Para toda população é recomendada a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida e seu reforço com alimentação complementar até pelo menos os dois anos de idade.

Qualquer tabela que é feita com bebês que são alimentados de uma forma diferente, tendo fórmulas, é basicamente errada e não leva em conta o modo ideal do qual os bebês devem ser alimentados. A amamentação é uma maneira natural que devem ser alimentados os bebês humanos, ela é o padrão ouro contra o qual de devem ser comparados outros métodos de alimentação em relação enquanto ocorrem o crescimento e desenvolvimento.

O México é o país com maior obesidade infantil no mundo, e que começa na forma como o bebê é alimentado. Quando um bebê é alimentado em Livre Demanda, satisfaz a sua fome no momento em que ela surge, e deixa de mamar quando se sente satisfeito. Isto é conhecido por muitas mães que amamentam, é a lei da oferta e da demanda da amamentação. Os bebês amamentados, auto regulam a sua ingestão de leite e alimentos exatamente como ele necessitam em determinado momento. Ao contrário dos bebês que tomam mamadeira, onde, não pode ser evitado seguir tomando o leite que flui com facilidade e preenche seu estômago demasiadamente. Ou a mãe que insiste que o bebê termine a mamadeira mesmo que o bebê dê sinais de que está satisfeito com menos quantidade de leite. Há uma clara associação entre o modo de alimentação através do leite artificial (fórmula) pela mamadeira e o desenvolvimento na obesidade na vida adulta. A Amamentação incentiva o bebê a mamar com maior frequência e em menores quantidades, assim como os nutricionistas sugerem para se manter um peso saudável.

Uma das dúvidas mais frequentes das mães que me consultam é a de que o seu bebê em algum momento não engorda o suficiente a partir do que o médico julga necessário. E, na maioria das vezes, é porque o bebê está sendo comparado com tabelas feitas por laboratórios que também produzem fórmulas, que são associadas ao crescimento excessivo do bebê e um peso muito elevado em comparação aos bebês alimentos com leite materno. Comparando um bebê amamentado com um bebê alimentando com fórmula, percebemos que antes de um ano de idade, o seu peso é muito diferente, especialmente entre os seis e dozes meses de idade, os bebês amamentados são mais magros. Isso é interpretado incorretamente como um bebê que “está abaixo do peso” e obviamente necessita de “fórmula” para pesar o mesmo que os seus companheiros que a usam, quando na verdade o oposto é que é verdadeiro, bebês alimentados com mamadeira, pesam demais para a sua idade e necessitam tomar mais peito para ter um peso saudável.

Os bebês amamentados exclusivamente com leite materno normalmente dobram de peso do nascimento por três a quatro meses e quase nunca triplicam até um ano de idade, permanecem em 2,5 vezes o se peso aproximando do nascimento.

Isto significa que os bebês amamentados sobem menos de peso do que os que passam a tomar fórmulas a partir dos seis meses de idade.

A OMS observando a epidemia de obesidade global inseriu padrões de crescimento para bebês bem alimentados, sendo alimentados no o prazo de dois anos com leite materno, e exclusivamente nos primeiros seis meses de vida. Uma característica primordial dos novos padrões da OMS é a de que explicitamente identificam a amamentação estabelecida como modelo normativo de crescimento e desenvolvimento.

Para conseguir este feito, eles decidiram criar um padrão de crescimento global, considerando crianças de diferentes partes do mundo, onde não havia populações com níveis de pobreza, e onde suas mães eram bem alimentadas, que não eram doentes e receberam aleitamento exclusivo por seis meses e alimentação complementar apropriada juntamente com o leite materno por pelo menos dois anos. Sob esses critérios, essas tabelas podem ser encontradas em:

http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/guiao.pdf

Percentis:

Quando nosso bebê é pesado e medido, ás vezes nos dizem que é percentil (O percentil, vem da palavra percentagem, ou seja, de 0 a 100, uma criança dita dentro dos parâmetros normais tem percentil).

O crescimento dos bebês não é linear, isso que dizer que não é porque um bebê permanece muito tempo no mesmo em certo percentil, que não deveria estar lá. Se não, como diz o Dr. Carlos González, vendo os eu peso, como você pode saber o tamanho do seu bebê aos sete anos, e desde então encomendar qualquer terno para a primeira comunhão, isso não sucede. O crescimento varia de pessoa para pessoa. O percentual indica que se tomarmos 100 crianças normais entre as mais magras até as mais gordas, um bebê com percentil 13 seria o 13o da linha dos 100 bebês saudáveis. É tão normal quando o 10o ou o 80o. Se um bebê está abaixo do percentil 3 das tabelas da OMS, provavelmente poderíamos pensar que tem algum problema de saúde que o impede de comer bem ou que se alimenta com pouca comida.

O mesmo vale para a altura. Geralmente os bebês não possuem o mesmo percentil de peso e altura. Por exemplo, um percentil 20 em altura de um bebê é de 20 da fila dos 100 bebês normais. E no mesmo momento, pode ter 47 de percentil de peso.

E no caso dos bebês normais se usam o mesmo percentil, porque não possuem problemas de crescimento. Se tivessem abaixo do percentil 3, poderíamos usar as tabelas de pontuação Z, onde você pode visualizar os problemas de desnutrição ou obesidade.

Quanto peso devem ganhar os bebê amamentados?

Você pode saber que o seu bebê engorda adequadamente sendo amamentado, se observar o seu aumento de peso de acordo com esta tabela:

Padrões normais de crescimento por bebês amamentados:

Idade do Bebê Ganho de Peso Médio deum Ganho de peso média de2,3
0 – 4 meses 155 – 241 gramas /semana 170 gramas / semana*
4 – 6 meses 92 – 126 gramas /semana 113 – 142 gramas / semana
6 – 12 meses 50 – 80 onça (28,35g) / semana** 57 -113 gramas / semana

 

*é aceitável que alguns bebês ganhem 4-5 oz (28,35g) por semana (113-142gramas);

**o bebê amamentando em média, duplica o peso o nascer quando tiver com 3-4 meses. Para um ano de idade, o bebê amamentado, poderá pesar 2,5 a 3 vezes o seu peso de nascimento.

Fontes:

  1. Crescimento em crianças segundo a Organização Mundial de Padrões de Saúde, 2006, disponível em: http://www.who.int/childgrowth/en/.
  2. Para calcular o ganho de peso médio, forma utilizados os gráficos de percentil de peso para a idade de nascimento até os 5 anos de idade. A faixa é uma combinação de crianças com percentil 5-95, com arredondamento para 5 gramas.
  3. J. Riordan Amamentação e Lactação Humana, 3a Ed. Boston: Jones e Bartlett, 2005, p.103, 512-513.
  4. Mohrbacher N e Stock J Resposta do Livro da Amamentação, Terceira Edição Revisada. Schaumburg, Illinois: La Leche Ligue Internacional.

 

Problemas de Crescimento

 

Neste documento da OMS http://www.who.int/childgrowth/training/c_interpretando.pdf na página 21 nos diz quando uma criança tem problemas com o crescimento ou desnutrição. Considera-se que uma criança está abaixo do peso quando está abaixo de -2 na tabela de peso para a sua idade, ou abaixo do segundo desvio padrão. A maioria dos bebês está longe do padrão, e de acordo com os critérios da OMS não tem absolutamente nenhum problema de peso. Compare os nomes marcados no gráfico com as linhas de z-score para determinar se há algum problema crescente. Medições em caixas sombreadas estão dentro da faixa normal:

 

 

 

 

 

 

 

Anotação Z

Comprimento /

Peso para a

Peso para

IMC para a

 

Altura para a

Idade

comprimento /

Idade

 

Idade

 

Altura

 
Até 3 Ver nota 1 Ver nota 2 Obesidade Obesidade
Até 2     Excesso de peso Excesso de peso
Top de 1     Possível risco Possível risco
      de sobrepeso de sobrepeso
      (ver nota 3) (ver nota 3)
0 (média)        
Abaixo de -1        
Abaixo de -2 Parada de Abaixo do Peso Desperdiçada Desperdiçada
  crescimento e   ou consumida ou consumida
  déficit de      
  crescimento      
  (ver nota 4)      
Abaixo de -3 Parada de Severamente Severamente Severamente
  crescimento ou Abaixo do Peso Desperdiçada Desperdiçada
  falha grave   ou consumida ou consumida
  para prosperar      
  (ver nota 4)      

 

 

 

 

Notas:

  1. A criança nesta faixa é muito alta. A altura é raramente um problema, a menos que não seja tão excessiva que possa indicar um distúrbio endócrino como um hormônio de crescimento produzido por um tumor.
  2. A criança cujo peso para a idade cai dentro desta faixa pode ter um problema de crescimento, mas será melhor avaliado na tabela de peso para comprimento/altura, índice de massa corporal para a idade.
  3. Um ponto marcado no gráfico acima mostra um possível risco. A tendência para o score Z 2 mostra um risco definitivo.
  4. É possível para uma criança com atraso no crescimento ou atraso severo de crescimento ter sobrepeso.

Como fazer com que meu bebê suba de peso sendo amamentado?

Bebê que não toma peito suficiente

Por várias razões, alguns bebês durante as primeiras semanas de vida não são amamentadas todas as vezes que deveriam:

  • O bebê mostra o desejo de amamentar, mas a mãe não compreende esses sinais ou não dá importância;
  • Pode ser que a mãe ofereceu uma chupeta, ou espaçou as mamadas, ou o deixou chorar;
  • O bebê não exige o peito tão frequentemente quanto deveria, porque é um bebê que nasceu antes do tempo (36 a 38 semanas) e ainda não tem maturidade para reivindicar o peito com a frequência correta;
  • O bebê está sonolento por conta dos medicamentos do parto;
  • Tem icterícia.

 

Com que frequência o bebê deve mamar

  • Como regra geral, os bebês desde que nascem e até  que eles começam a comer outros alimentos, tomam o peito entre 8 a 12 vezes em um período de 24 horas;
  • Bebês com menos de um mês devem ser observados para que tomem o peito pelo menos 8 vezes em um período de 24 horas;
  • Se um bebê tem menos que isso, deve ser acordado para mamar;
  • Despi-los se necessário;
  • Trocar as fraldas.
  • Utilizar a posição da mamada chamada “cavaleiro”.

 

Quando um bebê precisa de complemento e como oferecer

 

  • Isto depende da idade do bebê, bebês com menos de 6 meses é provável que necessitem de leite, pode ser materno ou de fórmula;
  • O bebê não ganhou peso em um período grande de tempo e perdeu peso;
  • Verifique se é algum problema com a mãe ou com o bebê;
  • Se o problema é na mama, é melhor o uso de suplementos.

 

A qualidade mais importante de um suplemento é como ele afeta a relação de amamentação que você tem com o seu bebe ao peito. Para preservar a relação da amamentação enquanto se usa complemento, dependem de três fatores:

  • Maximizar a quantidade de leite que o bebê retira do peito e o estímulo dos seios;
  • Minimizar a confusão da sucção e dar preferência para o fluxo;
  • Incentivar o bebê  a utilizar o modo de sucção que mais se assemelha ao modo como ele mamaria no peito normalmente.

Quais são as razões que o meu bebê não aumenta de peso suficiente?

A saúde do bebê. Retardo no crescimento.

Problemas de saúde do bebê que podem afetar a sua atitude de recusa do peito e comprometer o seu crescimento são:

  • Infecções de ouvido e no trato urinário. São descartados com um exame de urina ou de sangue;
  • Problemas neurológicos ou cardíacos, revisões, obviamente significativas em lactentes;
  • Hipotireoidismo congênito, geralmente descartado com uma triagem inicial negativa metabólica;
  • Fibrose cística, descartada inicialmente com um teste do suor;
  • Parasitas, descartada com cultura das fezes seriados (três consecutivos);
  • Problemas de má absorção ou obstrução intestinal, a ser descartada com análise fecal;
  •  Doenças neuromusculares ou adrenalina em excesso;
  • Alergias ou intolerâncias alimentares de algo que a mãe ingere, são acompanhadas geralmente de maus sintomas respiratórios ou de pele. Descartar alimentos com a triagem do sangue.

A amamentação oferece grandes benefícios para os bebês doentes, e ainda sim é necessária para descartar as causas que podem comprometer o crescimento dos bebês. Lukfathr em 1990 descobriu que alguns desses problemas na saúde da criança foram a causa do ganho de peso lento em 18% dos bebês amamentados estudados por causas maternas. Em raras ocasiões, uma mulher não era capaz de produzir todo o leite de que o seu bebê necessitava, no entanto, isto não seria razão para não amamentar, poderia amamentar parcialmente ou escolher um método de suplementação que ajudasse a preservar a sua amamentação pelo tempo que queira. Algumas razões pelas quais uma mãe não pode produzir leite suficiente são:

  • Hipotireoidismo não tratado. Algumas mães precisam ajustar a sua dose de hormônio da tireoide durante a gravides e logo após o nascimento, verifique se é necessário ajustar a dose. Em www.e-lactancia.org pode verificar a compatibilidade dos hormônios da tireoide com a amamentação;
  • Operação de redução de mama, quando o corte é ao redor da auréola, e se coloca o mamilo em outro lugar em que os ductos são separados e não se conectam mais. Além da retirada da glândula mamária. Também nesta operação e outras de mama, se danifica o 5 nervo intercostal, que leva á sensibilidade do mamilo e pode inibir o reflexo de ejeção do leite;
  • Síndrome dos ovários policísticos: Algumas mulheres que tem dificuldades em engravidar com essa síndrome apresentam desenvolvimento glandular insuficiente, o que dificulta a amamentação. Seios hipoplásicos são muito separados, e marcados de forma tubular;
  • Contraceptivos hormonais, desde que sejam administrados principalmente no momento do parto. Pílulas anticoncepcionais possuem dois hormônios (estrogênio e progesterona) são associados com a redução da produção de leite. Estrogênio reduz a produção de leite.

REFERÊNCIAS

Tabelas Anteriores

As tabelas que tradicionalmente se usam para medir os bebês, são feitas tomando-se os dados de bebês que não são alimentados corretamente, vieram de um estudo longitudinal de crianças com ascendência europeia a partir de uma única comunidade dos EUA. Foram medidos á cada três meses, o que seria inadequado para descrever o rápido crescimento das crianças é considerado inadequado para modelar o padrão e a variabilidade de crescimento. Como resultado, essas tabelas não representam o crescimento na primeira infância.

Muitos países elaboraram suas próprias tabelas, mas estas diferem quando descrevem a maneira como os bebês crescem em certas circunstâncias, em um determinado lugar e tempo, mas estas circunstâncias podem não ser as ideais, por isso existem padrões universais.

Tabelas de CDC dos Estados Unidos em 2000 (CDC Center for Disease Control, EUA) Centro para o Controle das Enfermidades.

O CDC nos Estados Unidos publicou no ano 2000 tabelas para medir o crescimento das crianças, as tabelas de CDC utilizam população de referência com dados em crianças amamentadas e crianças que tomavam fórmulas, proporcional à distribuição de crianças amamentadas e que tomavam fórmulas da população dos EUA naquele período. Durante as duas últimas décadas, cerca de metade dos bebês nos Estados Unidos receberam pouco leite materno e aproximadamente um terço foram amamentadas por 3 meses ou mais. Essas tabelas descrevem o crescimento dos bebês americanos de acordo com as tendências atuais, por isso não podem ser consideradas como uma referência universal. Elas estão em http://www.cdc.gov/nchs/about/major/nhanes/growthcharts/clinical_charts.htm

Histórias de Padrões da OMS

Elas estão em http://www.who.int/childgrowth/standards/en/

Em espanhol (não todas): http://www.who.int/childgrowth/standards/curvas_por_indicadores/en/index.html

As origens dos estandartes do crescimento da OMS datam a partir da década de 90, quando um grupo de especialistas avaliou as referências de crescimento existentes (NCHS/OMS) que foram utilizadas a partir da década de 70. As tabelas eram do nascimento até os três anos de idade. Ela veio de um estudo longitudinal de crianças de ascendência europeia a partir de uma única comunidade nos EUA. Foram medidos á cada três meses, o que é inadequado para descrever o rápido crescimento das crianças, e são considerados inadequados para o modelo padrão de variabilidade de crescimento. Como resultado, essas tabelas não representam o crescimento na primeira infância. Isto levou ao desenvolvimento de novas tabelas que indicam como os bebês devem crescer em todos os países, ao invés de descrever como crescem em um lugar e tempo determinados, os especialistas neste momento não direcionaram os interesses adequados na importância de se garantir que as tabelas foram consistentes com as melhorias na prática de saúde.

A partir desta análise, surgiu o Estudo Multicêntrico de Referência do Crescimento (MGRS) que foi implementada entre 1997 a 2003. Ela foi projetada para produzir mais um padrão de referência. Embora as normas e referências servissem de base de comparação, cada uma permitia uma interpretação diferente. A norma define como uma criança deve nascer, e os desvios de padrão que ela descreve são evidências de um crescimento anormal. Além disso, por outro lado, as mães selecionadas para a construção da norma, estavam envolvidas em práticas de promoção da saúde, como o aleitamento materno e não fumar.

Uma característica do estudo que o torna atraente é que era uma norma internacionalmente aplicada, pois inclui crianças de diferentes países: Brasil, Gana, Índia, Noruega, Omã e Estados Unidos. Ao selecionar populações privilegiadas e saudáveis, o estudo reduziu o impacto das variações do meio ambiente. A avaliação das diferenças no crescimento linear entre as populações infantis do MGRS mostram uma notável semelhança entre os seis países, com apenas 3% da variabilidade na longitude devida ás diferenças comparadas entre os sítios comparados s 70% devido ás diferenças entre os indivíduos. Então, com exclusão de qualquer lugar tem pouco efeito nos valores percentuais para 3, 50 e 97 e usando os dados de todos os sites, é inteiramente justificado. A semelhança notável no crescimento durante a infância entre as populações humanas é consistente com comparações genômicas entre os vários grupos diversos continentais reportando á um elevado grau de homogeneidade.

A amostra do MGRS em considerável variabilidade genética cultural, bem como a forma como as crianças são criadas, que fortalece ainda mais a aplicabilidade universal das normas.

Uma característica chave dos novos padrões é que eles identificam explicitamente o aleitamento materno como norma biológica e estabelecer o lactante como o modelo normativo de crescimento e desenvolvimento.

Outra característica que o distingue inclui seis janelas de realização de marcos motores de espessura. Embora a OMS, no passado, fez recomendações sobre o crescimento físico obtido, não tinha diretrizes para a avaliação do desenvolvimento motor.

Os padrões são: http://www.who.int/childgrowth/standards/es/

Tradução de Simone de Carvalho

FONTE: http://cozybebe.blogspot.com/2011/12/crecimiento-normal-del-bebe-amamantado.html

 

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