Cama Compartilhada

Padrão

Aqui vamos revisar os principais aspectos relacionados à prática da camacompartilhada: onde o bebê e os pais dormem melhor? Um pouco de história e evolução humana, reflexões antropológicas, evidências científicas, quais benefícios, regras de segurança, depoimentos de família e mais!Onde o bebê e os pais dormem melhor?Vamos combinar: não existem regras universais de como criar um filho. Portanto devemos estar sempre alertas a conselhos de livros, artigos, pediatras, familiares ouamigos que dizem que “tem que ser ou fazer assim, esse é o único jeito certo”. Assim,as únicas pessoas que devem responder à questão “Aonde meu bebê deveria dormir?”são os pais, portanto ouça o que seu bebê tem a lhe dizer e o que seus instintos maternais e paternais opinam sobre isso!Iniciaremos esse capítulo refletindo sobre qual local o bebê e os pais dormem melhor.Pergunte-se: onde o bebê dorme melhor? Com os pais na cama, no berço em outro quarto, num berço no mesmo quarto, porém distante da cama dos pais, no berço nomesmo quarto junto à cama (como em um co-sleeper)? E onde você dorme melhor?Finalmente, onde você gostaria que seu bebê dormisse?

Percebe-se que a gama de variações possíveis é grande, então é provável ter que tentar alguns dos arranjos até descobrir onde todos da família dormem melhor. E fique ciente de que mudanças nos padrões de sono ocorrerão, conforme os vários estágios dedesenvolvimento do bebê.Vamos analisar alguns tipos possíveis de arranjos:

1. Bebê dormindo em outro quarto sozinho: essa é a situação tradicional da sociedade moderna, porém é necessário alertar que raramente um bebê adormece sozinho e dorme a noite toda desde o princípio, muitos necessitam de contato noturno e alguns o pedem mesmo depois de terem dormido bem no próprio berço por alguns meses. Alguns pais tentam fazer esse arranjo por meses (ou até anos!) sem que ninguém na família consiga dormir bem. Será que não vale a pena refletir porque o bebê não gosta de dormir no berço sozinho? Vale a pena comparar com o bebê da amiga que dorme bem a noite todinha em seu berço? Confie em seu instinto e faça suas decisões próprias levando emconsideração o que é melhor para seu bebê e sua família.

2. Bebê dormindo em seu quarto mas não em sua cama: essa situação é comum quando a casa só tem um quarto e quando os pais gostam de ter seu bebê próximo (para facilitar a amamentação ou simplesmente para ter tranquilidade). A Associação Americana de Pediatria (AAP) recomenda dormir próximo ao bebê nos primeiros meses para auxiliar no estabelecimento da amamentação (1). Uma opção para esse arranjo é o co-sleeper (veja um exemplo em www.armsreach.com3. Bebê dormindo em sua cama: alguns bebês e alguns pais dormem muito melhor em proximidade um com o outro (o oposto também pode ser verdadeiro).Vamos focalizar esse artigo nesse arranjo, que chamamos de cama compartilhada ou cama familiar.

3. Portas abertas: muitos casais não conseguem chegar a um consenso sobre o melhor local para o bebê dormir dentre as opções acima. Uma mãe sugere uma “solução híbrida”, a qual definiu como “portas abertas”, em que os filhos tinham suas camas em seus quartos, porém sempre tiveram liberdade para vir à sua cama se quisessem.“Sabendo que tinham acesso livre, só nos solicitam quando realmente sentiam, e sentimos que isso nos ajudou a formar um conceito de união, de afeto, de suporte emocional e cumplicidade essencial no meio familiar. Esse arranjo foi adotado por instinto e sempre funcionou bem em nossa família”, Waleska, mãe de Caio, 8 anos, e Enzo, 2 anos, Portuga. Novamente, não existem regras rígidas para prática da cama familiar, tenha mente aberta a opções variadas (2, 3).

Um pouco de história e evolução humana

Todos os primatas, exceto humanos, dormem com seus bebês. Ao longo de 2 milhões deanos de evolução humana, pais e filhos dormindo em camas separadas é algo muito recente na História. Mamães que dormiam próximas aos seus bebês, amamentavam durante a noite quase sem despertar. Os bebês recebiam proteção, afirmação emocional,lições de como respirar, calor e leite materno. O forte desejo dos bebês humanos de dormir junto de suas mães tem sua base em nossa História evolutiva. No estágio em que nossa espécie se ocupava da caça, os bebês eram extremamente vulneráveis apredadores e ao clima frio, especialmente à noite. Outro aspecto é que, para um animal,o sono é um momento de perigo,por conseguinte nossos genes impelem-nos a mantermo-nos despertos quando nos sentimos ameaçados e a deixarmo-nos levar pelo sono apenas quando nos sentimos seguros. Muitas pessoas têm dificuldade em dormir em hotéis porque “estranham a cama”, ou dificuldades de dormir na ausência de nosso companheiro ou na presença de desconhecidos (4).

Os bebês que temiam o escuro e se recusavam a dormir sozinhos tinham melhores chances de sobreviver do que os bebês que não reclamavam quando eram deixados delado. Bebês deixados sozinhos, acordados, que não protestassem imediatamente e que,ao contrário, adormecessem, dificilmente teriam sobrevivido por mais que algumas horas. Os seus genes eram eliminados por seleção natural. Pelo contrário, o gene quelevava as mães a permanecer junto dos filhos transmitiu-se a numerosos descendentes.Esse mecanismo para que o bebê permanecesse em contato contínuo com sua mãe também de noite era necessário, e possui função dupla: a mãe deseja estar com o filho(apesar de muitos tabus contra, muitas mães o desejam) e muitas crianças resistem a dormir sozinhas.

Hoje em dia, apesar dos predadores não serem mais uma ameaça, e de termos casas aquecidas, os reflexos, instintos e necessidades do bebê humano moderno ainda estão ligados ao estilo de vida do estágio da caça. As mudanças culturais ocorreram muito rapidamente para que tivessem um grande impacto na composição genética da nossa espécie desde aquela época. Somos parte dessa descendência. As mães possuem uma inclinação genética, espontânea, para permanecer junto dos filhos. Os nossos filhos estão geneticamente preparados para dormir acompanhados (5).Observação: Se seu filho dorme durante toda a noite, espontânea e voluntariamente, não se assuste, é raro, mas também é normal.

Somente nos últimos 150 anos, com o surgimento de casas com vários compartimentos, que começou a se separar os bebês e colocá-los para dormir longe dos seus pais. As crianças das sociedades tecnológicas foram mais separadas de suas mães do que em qualquer época anterior na história da nossa espécie no século XX. Mais e mais nascimentos aconteceram em hospitais, e os berçários nos hospitais foram inventados para proteger as crianças de infecções. Desde o nascimento, esperava-se que os bebês dormissem sozinhos, longe de suas mães. O declínio da amamentação, promovido pela empresas produtoras de leites artificiais, também contribuiu para agravar esta separação entre mães e bebês. O resultado de todas estas influências é que, por volta de 1950,pouquíssimos bebês nas nações industrializadas ocidentais dormiam com suas mães (6).Dormir sozinho! O grande objetivo da puericultura do século XX!Devido às mudanças repentinas (considerando-se que a seleção/pressão cultural“atropelou” a seleção natural), não é de se estranhar que os pais começassem a procurar ajuda para toda uma gama de novos tipos de problemas. Especialistas no campo de educação infantil se viram procurando soluções para bebês que não dormiam bem à noite, que queriam dormir com seus pais, ou tinham pesadelos e medo do escuro.Muitos desses problemas ligados ao sono poderiam ser o resultado de se forçar os bebês a dormir sozinhos. Existem tantos livros e artigos sobre o tema que praticamente podemos dizer que o grande objetivo da puericultura do século XXI tem sido fazer com que o bebê durma sozinho!

Reflexões antropológicas

Vamos agora analisar o assunto do local que o bebê dorme à luz de estudos antropológicos com observações de diferentes sociedades, as quais educam seus filhos com influência de várias culturas (6).Na cultura ocidental, como nos EUA e Brasil, a independência da criança é super valorizada. Numa pesquisa em que se perguntou a pais americanos qual objetivo na educação dos filhos, a maioria esmagadora dos pais respondeu algo que continha a palavra independência. Essa visão se ajusta perfeitamente ao que a sociedade ocidental espera de seus indivíduos, ou seja, um indivíduo na sociedade ocidental tem chances deser bem sucedido se for independente em vários aspectos. No mercado de trabalho, por exemplo, a concorrência é grande e a medida do sucesso é geralmente através dasuperação dos concorrentes.

Já em culturas não tão industrializadas, como tribos aborígenes na Austrália, ou indígenas em vários lugares do mundo (África, Equador, Brasil e outros), a meta principal de vida não é a independência. Não é esperado que o indivíduo cresça parauma vida individualística, ao contrário, de preferência este continuará sempre num grupo, onde desempenhará uma função específica, porém numa posição interdependente. Dessa forma, o sucesso da sociedade não se mede em nível individual e sim em nível coletivo.

A industrialização global está mudando esse aspecto mesmo nessas sociedades menos industrializadas, tendo uma grande influência na cultura e, em conseqüência, no modo de educação dos filhos. A sociedade japonesa pode ser classificada numa posição intermediária nesses aspectos, onde o sucesso do indivíduo na sociedade não é medido como independência eindividualidade (como nas sociedades ocidentais). O que se espera do indivíduo nasociedade japonesa é uma posição de interdependência. Porém, diferente das sociedades menos industrializadas, o Japão, onde se pratica cama compartilhada comumente por muitos anos da criança, é um país industrializado e moderno, indicando que a independência precoce das crianças não é fator negativo ou impeditivo para o sucesso da sociedade como um todo.Agora lançaremos mão de evidências científicas que possibilitaram identificar o que é mais benéfico aos bebês, independente da cultura/sociedade em que se encontram.

O laboratório do sono

O médico americano James McKenna, professor de antropologia biológica e diretor do Mother-Baby Sleep Laboratory, da Universidade Católica de Notre Dame, nos Estados Unidos, é um alento para mães que desejam praticar cama familiar. Na corrente inversa à de pediatras e psicólogos que condenam tal divisão de espaço, ele defende o ponto de vista de que, muito mais do que um conforto para pais e filhos, dormir na mesma cama ajuda a construir um adulto seguro e positivo. Interessante notar que Dr. MacKeena iniciou suas pesquisas quando percebeu, “por acidente”, que o próprio filho relaxava e dormia bem ao seu lado, possivelmente porque o ritmo de respirações entre eles se sincronizava. Até hoje, mesmo depois de mais de 15 anos de pesquisas, ainda se surpreende ao ver o ritmo da respiração e batimentos cardíacos de mãe e bebê sincronizarem quando dormem próximos.

Em seu laboratório estudou os padrões de sono e as ondas cerebrais dos bebês, com auxílio de eletrodos registrando batimentos cardíacos, respiração, movimento e outrosparâmetros, comparando-se pares de mães-bebês que dividem a cama com os que dormem sozinhos. Os bebês que dormem com as mães despertam mais vezes e também ficam menos tempo em sono profundo do que os bebês que dormem sozinhos. Isso se deve provavelmente aos sons e movimentos da mãe durante seu próprio sono (7) Este estímulo durante a noite foi sugerido como uma possível proteção contra a síndrome da morte súbita infantil (SIDS). Uma teoria para a causa da SIDS é que as crianças dormem tão ruidosamente que são incapazes de despertar a si mesmas e continuar respirando durante um episódio de apnéia (7). Estudos comparativos entre várias culturas mostraram que, nas culturas em que os bebês são pegos no colo regularmente e em que as mães dormem com as crianças, a média de incidência de SIDS é mais baixa comparada às médias das culturas em que estas práticas não são seguidas (observação:as pesquisas não indicam que dormir sozinho causa SIDS, mas sugerem que o bebê dormir com a mãe pode ser um fator de proteção contra SIDS) (7,8).

Além da regulação da respiração e possível proteção contra SIDS, o contato físico do bebê com os pais pode ajudar a regular outros sistemas corporais do bebê: quando um bebê é colocado no peito da mãe, coisas impressionantes acontecem: se o bebê está muito frio, a temperatura corporal da mãe se eleva para aquecê-lo, se está muito quente,irá diminuir para esfriá-lo, processo chamado “sincronia termal”. Estar próximode seu corpo também ajuda a regular: padrões de sono, taxa metabólica, níveis hormonais, produção enzimática (ajudando na habilidade do bebê a lutar contra doenças), taxa de batimentos cardíacos, respiração, sistema imune (9, 10).

Quando a criança está no útero, ela está fisicamente conectada à mãe pelo cordão umbilical. O líquido aminiótico e as fortes paredes do útero promovem estimulação tátil. A criança sente a conexão física. Quando o bebê nasce, enquanto ainda fica muito tempo sendo carregado, embora a maioria dos bebês na sociedade ocidental também passe um tempo significativo separados de seus pais. O bebê que dorme em uma cama sozinho à noite ou durante os cochilos diurnos, e que também fica muito tempo nobalanço, bebê-conforto, moisés e outros aparelhos projetados para segurálode modo que não tenha que ser carregado no colo, pode sentir enorme frustração e ansiedade, pois estava acostumado a sentir constantemente a conexão física com sua mãe e ainda não teve a experiência ou o desenvolvimento cognitivo para lidar com estas situações.

Muitas pesquisas científicas extensas mostram que cama compartilhada segura pode ser um investimento real no futuro físico e emocional de seu filho, pois dormir com eles pode influenciar positivamente a fisiologia e aumentar a conexão emocional entre pais efilhos (9)

Com que idade dormirá sozinho?

á enunciamos uma série de benefícios da cama familiar, mas o leitor pode estar seperguntando até que idade praticá-la. Não existem certos e errados quanto se trata de cama familiar. Orientamos, como no início desse capítulo, que os pais sempre se perguntem as motivações de suas opções. Como a atitude da nossa sociedade em respeito à cama compartilhada é tão negativa, não existem estudos sérios sobre a sua duração normal. Se não se fizesse o mínimo esforço para tirar os filhos da cama dos pais, eles mesmos o fariam, mais cedo ou mais tarde. Sem dúvida que a idade seria diferente de família para família e dependeria do temperamento e dos desejos da criança e dos pais. Os japoneses podem dormir com os pais até aos cinco anos. Os chimpanzés também até aos cinco anos, mas têm a puberdade aos sete, pelo que os seus cinco anoscorrespondem a dez numa criança (4).

Quando não existiam casas nem roupa, é difícil imaginar uma criança com menos de dez anos dormindo sozinha. Contudo, agora que dormir sozinho já não é tão perigoso,muitas mães e pais preferiam que os filhos durmam em sua própria cama antes de fazer dez anos. Para outros pais, partilhar o leito com os filhos não os incomoda e acham que é agradável. Uma vez que não prejudicam ninguém, estão no seu perfeito direito de continuar a dormir juntos o tempo que desejarem. A mudança para o seu próprio quarto pode ser mais fácil se existe um irmão mais velho com o qual partilhá-lo, embora, a partir de certa idade, seja possível que também o irmão mais velho prefira estar sozinho(4).

Considere o poder dos sistemas de medo e angústia de separação presentes no início da infância, seja emocionalmente responsivo ao seu filho, aceite esses estágios naturais dodesenvolvimento cerebral da criança, não tente pular etapas. Esses sistemas de medo e angústia de separação se tornam muito menos sensíveis com o tempo, por causa do desenvolvimento do cérebro que começa naturalmente a inibir os sistemas.Ou seja,quando as crianças compreendem racionalmente que não há qualquer perigo, que ospais estão no quarto ao lado e que, se precisarem, eles virão ao seu encontro, são capazes de dormir sozinhas sem chorar e sem os chamar senão houver qualquer problema, embora às vezes seu instinto continue a dizer-lhes outra coisa (9).

A longo prazo, a cama compartilhada pode trazer problemas?

Enquanto muitos pediatras e psicólogos defendem os benefícios oferecidos às crianças que dormem sozinhas em seus quartos, a verdade é que nenhuma dessas supostasvantagens foi comprovada cientificamente. A grande ironia é que estudos recentesdemonstram exatamente o oposto. Em crianças que dividiram a cama com os pais é que se percebe senso forte de independência, sociabilidade, auto-estima, bom comportamento com os colegas da escola e identidade sexual (9, 11, 12, 13).Quais os benefícios em dividir a cama com o filho ?É fundamental que todos concordem com a importância dessa proximidade. A partir daí, algumas vantagens são óbvias: a criança sente os pais mais próximos e respondepositivamente. Bebês que mamam no peito, por exemplo, interromperão menos o sonoda mãe, pois permanecerão por um longo período em sono profundo. A cultura corretada cama partilhada pode fazer com que pais e filhos se tornem mais seguros e próximos.

Nada melhor do que depoimentos reais de mães atuais para ilustrar os benefícios,seguem abaixo:

Mudança de paradigmas e prática consciente da cama familiar Cama compartilhada é segura.

Referências bibliográficas e websites úteis:1. J. McKenna et al., Bedsharing Promotes Breastfeeding, Pediatrics 100, no. 2 (1997):214-219.2. William, Robert, James e Martha Sears, The baby sleep book. Little Brown andCompany, Time Warner Book Group (2005).3. Elizabeth Pantley, Soluções para noites sem choro. Editora Mbooks (2002).4. Carlos Gonzalez, Besame Mucho. Editora Pergaminho, 2005.5. Scott, J.P. (1967). The process of primary socialization in canine and human infants.In J. Hellmuth (Ed.), Exceptional Infant. Vol. 1: The NormalInfant. Seattle: Special Child Publications.6. Meredith F. Small. Our Babies, Ourselves. How biology and Culture shape the waywe parent. Acnhor Books (1998).7. J. McKenna et al., “Sleep and Arousal Patterns of Co-Sleeping Human Mother-InfantPairs: A Preliminary Physiological Study with Implications for the Study of the Sudden Infant Death Syndrome (SIDS),” American Journal of PhysicalAnthropology 82, no. 3 (1990): 331-347.

8. A Reasonable Sleep. Evolution suggests that if we sleep with our babies, we mighthelp some of them escape sudden infant death syndrome. ByMeredith F. Small DISCOVER Vol. 13 No. 04 |April 1992 | Medicine9. Margot Sunderland, The science of parenting. DK Publishing Inc. (2006).10. Bergman N. More than a cuddle: skin-to-skin contact is key. Pract Midwife. 2005Oct;8(9):44; Jackson D 1999 Three in a bed: The benefits of sleeping with your baby,Bllomsbury, London

11. Mosenkis, J. (1998). The Effects of Childhood Cosleeping On Later LifeDevelopment. Masters Thesis. University of Chicago. Dept. of Human Dev.12. Hayes, M.J., Roberts, S.M., & Stowe, R. (1996). Early childhood co-sleeping:Parent-child and parent- nfant nighttime interactions. Infant MentalHealth Journal, 17(4): 348–357.13. Lewis, R.J., Janda, L.H. (1988). The relationship between adult sexual adjustmentand childhood experience regarding exposure to nudity, sleepingin the parental bed, and parental attitudes toward sexuality. Arch Sex Beh,17:349–363.14. Jackson D 1999 Three in a bed: The benefits of sleeping with your baby,Bllomsbury, London.15. Gaultier C. Cardiorespiratory adaptation during sleep in infants and children. Pediatr Pulmonol. 1995 Feb;19(2):105-17. Review.Para maiores informações e artigos sobre cama compartilhada em português:http://camacompartilhada.multiply.com/Em inglês:Perguntas mais freqüentes sobre cama compartilhada elaborada pelo Laboratório desono Mãebebê do Dr. James McKenna’s, Universidade deNotre Dame: http://www.nd.edu/~jmckenn1/lab/faq.html

Refutação de Dr. James McKenna’s do relatório da CPSC (US Consumer ProductSafety Commision’s) contra cama compartilhada:http://www.nd.edu/~jmckenn1/lab/cpsc/Artigos sobre cama compartilhada do projeto“TheNatural Child Project”:http://www.naturalchild.org/articles/sleeping.htmlArtigos sobre cama compartilhada da Revista “Mothering”:http://www.mothering.com/articles/new_baby/sleep/sleep.htmlInformação sobre cama compartilhada e apoio da liga “Attachment ParentingInternational” (API):http://www.attachmentparenting.org/cosleepindex.shtmlhttp://www.attachmentparenting.org/cosleepcritique.shtmlInformações sobre cama compartilhada no site de Elizabeth Pantley:http://www.pantley.com/elizabeth/content/excerpts/cosleepingchecklist.htmhttp://www.pantley.com/elizabeth/content/excerpts/co-sleeping.htmlhttp://www.pantley.com/elizabeth/content/qanda/cosleepingsafety.htm

Andréia C. K. Mortensen é pesquisadora em Neurociências.Mora em Pittsburgh, PA, EUA, com o marido Ole e filho Lucas de 3 anos e meio.Todos dormem juntos, bem e felizes.

FONTE: “Pediatria Radical” , Dra Thelma de Oliveira.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s